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Unit realiza evento de dimensão internacional

Na 9ª edição do Fórum Permanente de Inovação Educacional e 8º encontro de Formação de Professores, instituição sergipana ultrapassa fronteiras do país

às 18h12
Estado, escola, sociedade na perspectiva da internacionalização é o tema que motiva desde a noite dessa segunda-feira, 18, a realização pela Universidade Tiradentes do 8º encontro de Formação de Professores e do 9º Fórum permanente de Inovação Educacional.
Doutora Thereza diz que é preciso pensar novas formas de avaliação
Doutora Thereza diz que é preciso pensar novas formas de avaliação
A composição da mesa com professores e convidados para o evento
A acadêmica Patrícia reafirma seu compromisso com o conhecimento
Grupo pernambucano redescobrindo as raízes
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A abertura oficial do Enfope e do Fopie levou ao Teatro Tiradentes, no Campus Centro, centenas de acadêmicos, especialmente dos cursos de licenciatura em Geografia, História, Letras Português e Letras Português, Matemática e Pegagogia além de palestrantes convidados, professores, mestrandos e doutorandos em educação.

Promovido pelo Unit através do seu Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas, Gestão Socioeducacional e Formação de Professor, vinculado ao Programa de Pós-graduação em Educação e à Diretoria de Pesquisa e Extensão o evento tem abrangência internacional e prossegue com sua programação composta por minicursos, sessões de Comunicação Oral e Conferências até a noite desta quinta-feira, 21, nos auditórios do bloco G, no Campus Farolândia.

“Começamos o evento com a apresentação de um grupo formado por alunos da Escola de Referência de Beberibe com o espetáculo Dissertando as Raízes do Brasil que resgata nossa cultura. Todo o programa está voltado para a solidificação da linha de pesquisa que o Programa de Pós-graduação em Educação vem desenvolvendo”, afirma a organizadora do evento, professora doutora Ada Augusta Celestino Bezerra. A docente reconhece que o Brasil passa por um momento muito delicado com as instituições, a política e a educação vivendo momentos de crise, razão pela qual a Unit traz à tona uma discussão da internacionalização da educação. “Nessa dimensão, as trocas de conhecimento e os intercâmbios são muito importantes. Além das conferências, teremos a apresentação de 360 comunicações científicas”, lembra a doutora Ada ao contabilizar a participação de quase mil inscritos, destes 250 professores da Educação Básica.

Ao discutir os princípios gerais de uma avaliação humanística, a professora da USP e palestrante de abertura do Enfope e Fopie, doutora Thereza Penna Firme afirma que o processo educação não pode se limitar a uma avaliação em larga escala da maneira como o Brasil e outros países a utilizam como metodologia de ensino. “É preciso que tenhamos uma visão avançada da educação, condizente com esse século XXI. A tradição é boa, mas, com toda essa riqueza cultural e tecnológica não é possível ficarmos apegados a uma avaliação ultrapassada” diz, de forma categórica a palestrante ao considerar que a avaliação ficou parada nos primórdios do século XX sem que tenha havido um estudo que permitisse sua evolução em sala de aula.  Ao citar Rubem Alves, considerado por ela como um dos grandes educadores, a doutora Thereza lembra que é preciso inventar um modo de descobrir a ousadia, a alegria e a criação dos alunos para que a avaliação passe a ter um significado de ponta (excelência), e não de pontos.

Ao fazer uma avalição do primeiro dia do Enfope e Fopie, a Diretora de Pesquisa e Extensão da Unit, professora doutora Ester Fraga Vilas-Boas Carvalho do Nascimento lembra que se trata de mais um momento importante da instituição, já consolidado pela instituição. É um evento importante onde debatemos vários temas. Este ano com destaque para o Estado a escola e a sociedade numa perspectiva da internacionalização.

Patrícia Melo Fontes Linhares é aluna do 8º período do curso de Pedagogia. Habituada a participar das edições do Enfope e Fopie, a acadêmica revela o quanto, para ela, é importante poder interagir. “Somente através de participações em eventos assim é que consigo me preparar para enfrentar o exercício profissional em sala de aula ou mesmo como gestora”, revela. Ela é de opinião de que o aluno tem a responsabilidade de estar preparado para enfrentar o exercício profissional.

Fotos – Marcelo Freitas

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