Mesmo com a massificada informação por parte dos veículos de comunicação sobre a importância do uso adequado das máscaras como meio de proteção pessoal e de evitar a propagação do Coronavírus, muitas pessoas não levam em conta a gravidade da doença. Há também quem use o equipamento de proteção de forma equivocada, fazendo com que de uma forma ou de outra permaneçam vulneráveis.
Com as orientações do Ministério da Saúde de que é possível estar protegido com uma máscara caseira e até mesmo diante do crescente número de casos confirmados da doença, percebe-se um aumento significativo de pessoas utilizando o EPI que era restrito aos profissionais da saúde no início da quarentena.
As novas orientações, entretanto, não descartam a necessidade do uso da máscara que deve passar a ser um acessório permanente no cotidiano dos brasileiros.
“Temos vivido momentos em que falar de medida de prevenção e controle do COVID-19 tem sido imprescindível. Com isso cresce entre os cidadãos comuns o uso de equipamentos de proteção individual como luvas e máscaras”, diz a professora e Biomédica Isana Carla Leal Souza Lordêlo. Ela lembra que esses utensílios, se usados de forma incorreta, além de não proteger podem até proporcionar a contaminação. E mesmo com que todos os procedimentos estejam de acordo com as medidas preventivas como a lavagem das mãos, o distanciamento entre as pessoas, etc., a mais robusta delas até o presente momento é o isolamento social.
Vale, portanto o bom senso e a responsabilidade de quem compreendendo a gravidade da doença tomas as medidas necessárias para prevenir a si e aos outros.
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