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Ácido hialurônico: conheça o queridinho da indústria da beleza

Utilizado em produtos e cosméticos para pele e cabelos, o ácido está em alta e traz benefícios para o corpo

às 17h25
Imagem: Freepik
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Professora Andrea Vasconcelos
Prof Andrea Vasconcelos
Professora Andrea Vasconcelos
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Uma das substâncias mais queridas e utilizadas nas rotinas de limpeza e tratamento de pele é o ácido hialurônico. O aditivo é recomendado para qualquer tipo de pele e sem restrição de idade e tem como principais funções ajudar na hidratação da pele, preenchimento do rosto, disfarce de rugas e diminuição da flacidez. O seu uso pode ser feito através de cremes, cápsulas, sérum ou até com tratamentos de preenchimento.  

A professora do curso de Estética da Universidade Tiradentes, Andrea Vasconcelos, explica que o ácido, na verdade, é uma glicoproteína molecular que já é encontrada na nossa pele e nas articulações e que ela é capaz de atrair e reter água. “Uma única molécula de ácido hialurônico pode conter até mil vezes o seu próprio peso em água, então podemos imaginar como ela é poderosa e importante para a hidratação da pele”, afirma Andrea.

Mesmo encontrado de forma natural no nosso organismo, com o passar do tempo a produção do ácido hialurônico diminui, sendo necessário a sua reposição em formato de tratamento. Com a utilização do ácido, é possível estimular a produção de colágeno e elastina, devolvendo um aspecto mais jovem à pele.

Muito versátil, o ácido pode ser utilizado também para diminuição de ressecamento e frizz nos cabelos sendo um agente hidratante dos fios.  Devido a sua função hidratante e preenchedora, ele o uso do ácido hialurônico nos cabelos protege a fibra capilar, evitando quebra e dando mais brilho, especialmente em cabelos crespos e cacheados. 

Andrea reitera que, antes de usar, é preciso entender qual ativo do ácido existe em cada produto. “O ácido hialurônico é uma molécula muito grande, Temos acido h de baixo peso molecular, em nanopartícula, vetorizado e muitas outras. Então, cada forma vai agir de um jeito diferente na nossa pele, por isso é preciso cautela”, disse. 

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