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Justiça restaurativa atende mulheres vítimas de violência

Carolina Valões, informou que a justiça restaurativa se fortalece em Varas de Família

às 23h58
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No mês dedicado à mulher, um tema recorrente é a violência sofrida por elas. Sergipe já registrou, este ano, 1.357 denúncias por violência à mulher e o poder Judiciário atua juntamente com a Segurança Pública a fim de reduzir esses índices. Com essa abordagem, a Universidade Tiradentes promoveu debate sobre justiça restaurativa em seu canal no Youtube.

As operadoras do Direito, Samyle Oliveira, professora da Unit; Grazielle Borges, professora do Programa de Mestrado em Direitos Humanos da Unit e Carolina Valões, juíza em Alagoas, foram as palestrantes.

Samyle explicou o conceito de justiça restaurativa e de práticas restaurativas. “Essas práticas trazem o olhar diferenciado para o conflito e para as partes”.

Aluna do Programa de Mestrado em Direito Humanos da Unit, Carolina Valões informou que a justiça restaurativa se fortalece em Varas de Família, dando segurança para quem trabalha.

“Formamos um grupo de estudo em Alagoas para implementar essas recomendações de justiça restaurativa no estado, em parceria com a Unit. A justiça restaurativa foi colocada como meta do CNJ, mas não pode ser avaliada como meta quantitativa porque a vítima não quer somente a justiça, ela quer também a sentença adequada e muitas vezes essa sentença deixa a desejar. Precisamos cuidar de outros aspectos que não apenas os jurídicos”.

Acompanhe aqui o debate.

 

 

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