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Reitor da Unit recebe homenagem do município de Estância

Professor Jouberto Uchôa foi homenageado pela prefeitura de Estância com a Placa Capital Brasileira do Barco de Fogo, em alusão aos 174 anos de emancipação da cidade.

às 15h02
Reitor é homenageada pela prefeitura Estância. Fotos: Secom Estância
Reitor é homenageada pela prefeitura Estância. Fotos: Secom Estância
Fotos: Secom Estância
Fotos: Secom Estância
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O município de Estância, que sedia um dos cinco campi da Universidade Tiradentes (Unit) em Sergipe há 18 anos, completou 174 anos de emancipação. Em alusão a esta data especial, a Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria da Cultura e Turismo, ontem, 04, homenageou o reitor da Unit, professor Jouberto Uchôa de Mendonça, com a Placa Capital Brasileira do Barco de Fogo.

A iniciativa se dá pelos relevantes serviços prestados na área educacional em Sergipe e, neste caso, em especial, à cidade de Estância. “Sinto-me honrado em ser agraciado com essa honraria em uma data tão importante para todos os sergipanos, da emancipação de Estância. Espero em Deus poder continuar contribuindo para o desenvolvimento desta cidade de pessoas tão competentes e batalhadoras”, comenta o reitor, professor Uchôa.

Na ocasião, o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Tiradentes, professor Saumíneo Nascimento, compôs a mesa do evento festivo. “Foi uma honra participar da solenidade em que a Prefeitura de Estância prestou homenagem a várias personalidades de destaque para a sociedade estanciana em diversas áreas, como foi o caso do professor Uchôa que recebeu a Homenagem por sua contribuição em levar o ensino superior para o município de Estância através do Campus da Universidade Tiradentes na cidade, que mais recentemente trouxe o curso de Medicina para o município”, conta Saumíneo.

De acordo com o prefeito, Gilson Andrade de Oliveira, “o reconhecimento é um bem que se propaga com o justo agradecimento pelos serviços prestados à nossa cidade e esse mérito é do professor Uchôa”.

A solenidade aconteceu no Fórum Ministro Heitor de Souza.

 

História do Município de Estância

Pedro Homem da Costa e seu concunhado foram agraciados com as terras onde se encontra hoje o território de Estância. A doação foi feita pelo capitão-mor da Capitania de Sergipe, João Mendes, em 16 de setembro de 1621, porém, as ditas terras haviam sido adquiridas anteriormente por Diogo de Quadros e Antônio Guedes, os quais não a povoaram nem a colonizaram, razão pela qual perderam o direito da concessão. Tanto Pedro Homem da Costa, como Pedro Alves e João Dias Cardoso, este último sogro dos dois, já ocupava a gleba antes da concessão, com roças e criação de gados.

Quem primeiro desbravou as terras foi Pedro Homem da Costa e nelas edificou uma capela, dedicada a Nossa Senhora de Guadalupe, santa que nos consta, é, também, a Padroeira do México. Entre os mexicanos, Estância é uma propriedade de criação de gado e os seus ocupantes são chamados de estancieiros, daí o nome adotado por Pedro Homem da Costa: Estância.

Durante muito tempo, a Estância foi subordinada à Vila de Santa Luzia do Real, atualmente Santa Luzia do Itanhy. Só em abril de 1757, o rei autorizou que realizassem na povoação de Estância “vereações, audiências, arrematações e outros atos judiciais na alternativa dos juízes ordinários”, acontecendo assim, a separação jurídica da Vila de Santa Luzia, então em franca decadência. Em 25 de outubro de 1831, a sede da Vila de Santa Luzia é transferida para Estância. Em 5 de março de 1835, é criada a sua Comarca, e, finalmente, a 4 de maio de 1848, foi elevada à categoria de cidade.

A cidade de Estância, denominada por S.M. Dom Pedro II como o jardim de Sergipe, a cidade dos sobrados azulejados, das festas juninas e do barco de fogo, ainda possui um belo acervo arquitetônico.

 

Com informações da Prefeitura de Estância

 

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